

Derrepente a dor de uma triste desilusão me assombrou. De ti me afastou e minh'alma levou. Perdi meu mundo, meu chão, minha razão. Queria acreditar que era brincadeira desse tal destino, que insiste em pregar peças em nossas vidas. Mas e agora? Como viver sem esse amor?Depois do susto é que descobrimos que são nas quedas que aprendemos a nos reerguer. Tanto tempo longe um do outro, nos fez amadurecer e crescer um para o outro. Aprendendo com a própria vida, para que um dia a luz desse amor voltasse a brilhar.
Não é sonho, vem comigo! A realidade chegou pra mostrar que para existir só precisa de você e eu. Se o amor é de verdade não se perde no tempo, cedo ou tarde reacenderíamos a chama deste sentimento.
Outro jeito não teve, o tempo não parou e o mundo não deixou de girar. Nas voltas dessa vida foi que Deus nos fez perceber, que não é uma simples amizade, mais que isso, um amor de verdade, agora eu sei que a felicidade se resume em estar com você.
Eu sempre te amei, eu sei, e para sempre vou te amar. Sempre tive você aqui junto de mim. Agora que eu sei que tu me amas também não vou deixar a chama desse amor jamais se apagar...
Sabe?! Às vezes eu sinto um certo orgulho de ser chamado de marujo. Um homem do mar, para começo de conversa conquista sua soberania sobre as águas, um ambiente que em princípio não faz parte do seu habitat natural.Mas o mar é minha casa!!!
Nele me sinto seguro e protegido, mesmo em meio aos seus mistérios e armadilhas.
Mais do que um homem do mar, certas horas me sinto um homem como o mar. Algumas vezes manso e pacífico, outras bravio, revolto, e nem tentem me dominar pois o soberano sou eu. Ora límpido e transparente, quando ao longe consegues observar-me ao fundo, ora turvo e negro,
intransponível pelo olhar, espero que a morte venha das profundezas.
Mudo de acordo com o tempo, com a lua...posso balançar o quanto for mas não perco a minha estabilidade.
Do contrário que se pensam não trago em mim monstros marinhos, nenhum bicho de várias cabeças, mas meus mistérios sim são como os do mar. Nada que não possa ser revelado.
Saiba me conquistar, me domine, adquira minha confiança e
descubra todas as belezas e maravilhas que trago em mim e posso dar a você.
Caminhe pela minha praia e vamos juntos assistir ao lindo pôr-do-sol que em meu horizonte se esconde. Mostrar-lhe-ei as belas pérolas que guardo no fundo do meu ser. Mas em meio a tempestade não tente
me dominar, nem passar por mim, apenas me entenda, pois até hoje somente um Homem conseguiu me acalmar em meio à forte chuva e ao vento.
Já que o sol está lhe convidando, venha se banhar e verás que tenho muito mais a oferecer que um simples lazer.
Do mar ou como o mar, este sou eu...
Descubra-me!!!
"Não, Deyvid não sentia inveja dos meninos que tinham violões de verdade porque ele vivia sonhando que tinha um também. Ele fazia vibrar suas cordas invisíveis, com o rosto iluminado e os olhinhos brilhando de emoção. Havia quem achasse que Deyvid era meio lelé-da-cuca. Claro, era gente que não tinha imaginação suficiente para saber que "aquele" violão só podia ser visto (e ouvido) por outros sonhadores, como Deyvid. Essas pessoas ignoravam também que ele não se conformava com a realidade que havia, vivendo a sonhar com a realidade que devia haver. Tendo seu violão imaginário como bandeira, Deyvid via um mundo novo. Um mundo em que as coisas são das pessoas que as entendem. E não só das pessoas que podem comprá-las. Ah, quanta gente tem um violão na sala de visitas servindo de enfeite, sem tocá-lo nunca! E lá ia Deyvid dedilhando seu violão de sonho, tirando as músicas lindas que seu coração compunha. Depois, limpava-o cuidadosamente com uma flanela bem macia feita de nuvens. Ele o guardava com carinho numa capa cor de céu todo estrelado. Daí, ele pegava seu violão mais que exclusivo e o escondia debaixo da escada secreta que usava para subir ao seu paraíso particular. As pessoas que não entendiam o Deyvid, tadinha delas, até pensavam em levá-lo a um psicólogo para saber se ele tinha alguma coisa. Como resposta, ouviam: "Não, ele não tem uma coisa, mas sonha com ela, e assim, faz de conta que a tem".Um dia, os que só sonhavam quando dormiam resolveram dar um violão de verdade para o menino que sonhava acordado. Ao recebê-lo, Deyvid abraçou-se ao violão, comovido, e disse: "Obrigado. Agora tenho dois".




Me veem, me olham, falam comigo... mas meu medo que me impede até mesmo de ouví-las... tento gritar, quero falar... em vão, não tenho forças. Meus papéis continuam em branco, calaram minha voz... As portas já se fecharam e todos já se recolheram no aconchego do seu lar. E eu aqui, escondo-me apenas atrás desta fumaça densa, entre um trago e outro de uma bebida qualquer que, inultimente, tenta me aquecer.

(por Deyvid Guedes, em 23 de Abril de 2009)
Quem sou eu para tocá-lo, se não com a língua?
Quem sou eu para tê-lo em minhas mãos?
E de onde me vem a autoridade de oferecê-lo?
Permanece e mim Meu Senhor, e fazei que eu permaneça em Ti
Ficai comigo e permita que eu fique em Ti
Sejamos um ...eu e Meu Deus...
Meu Deus e eu...
Recebê-lo é uma honra. Distribuí-lo... uma dádiva!!!
(por Deyvid Guedes, em 17 de Abril de 2009)
Tentei transcrever em algumas palavras a emoção de distribuir o corpo e sangue de Cristo na missa de Páscoa dos militares realizada no Centro de Instrução Almirante Alexandrino, na última sexta-feira. Minha primeira experiência como Ministro Extraordinário da Sagrada Comunhão.
Eu tremia mais do que uma vara verde em meio ao vento. Pensei que iria derrubar a âmbula com o cálice de tanto que minhas mãos balançavam. Mas posso dizer que foi a melhor emoção que já experimentei até hoje...
Rezem por mim e pela minha mais nova missão!!!
Viver de vez em quando me parece algo tão complicado. Responsabilidades, compromissos, tempo, decisões, trabalho, metas... E tudo isso parece vir só para atrapalhar a vida.Hoje foi dia de folga para mim, então decidi passear um pouquinho pela rua com minha sobrinha, de apenas um ano, para aproveitarmos ainda cedo o sol da manhã. E olha... é incrível como o quanto podemos aprender com as crianças sem que elas ao menos saibam o que estão fazendo. Tudo começa quando ela vê alguém saindo pela porta, e se ela quiser mesmo ir pra rua ela vai chorar e espernear até que alguém a leve, ou em último caso, não houver mais jeito. Desistir logo de cara? Não, isso não irá acontecer, pois ela é perseverante ao extremo, e isso acontece também quando está com fome, com sede, com sono... E nós adultos? No primeiro "não" que recebemos desistimos de grandes sonhos sem ao menos lutarmos por aquilo que queremos tanto.Caminhando com ela percebi o quanto é confiante ao subir uma rampa ou escada por exemplo. E vocês acreditam que ela caía sempre? Mas insistia em subir pois sabia que eu estava ali atrás lhe dando apoio e amortecendo as quedas. Nós adultos, diante do primeiro obstáculo já deixamos o medo tomar conta de todo o nosso ser e não confiamos que vamos passar por ele. Sabemos que somos capazes, e que se for necessário, teremos amigos para nos apoiar, amortecer nossas quedas e nos reerguer, mas é mais fácil desistir e partir para outra. Dá menos trabalho e machuca menos.Mesmo depois de cair do triciclo e chorar fazendo escândalo, ela fez sinal de que queria brincar com ele de novo e dessa vez abriu um sorriso que não cabia em seu rosto. Como é difícil para nós adultos admitirmos que para grandes realizações é preciso algumas quedas. O pranto é inevitável, mas precisamos superar nossos traumas de cabeça erguida e mostrar para nós mesmos que somos os melhores e podemos sim seguir sorrindo.
Infelizmente daqui a pouco tempo ela começará a entender o que os adultos dizem, então quando alguém disser que ela não pode ir para a rua ela vai escolher um canto para chorar sozinha e não vai mais insistir. Se alguém disser pra ela não subir escadas porque ela não consegue, ela vai desistir pois acreditará no que as pessoas lhe dizem.. E se alguém disser pra não andar mais de triciclo por causa da queda, ela vai ficar triste, querendo muito, mas não irá superar este trauma.Criaremos mais um adulto covarde!!!
Pois é, temos muito o que aprender nessa vida com aqueles que ainda estão começando a viver...
por Deyvid Guedes
(em 29 de agosto de 2008)

deitar-se em seu berço, para a outro público aparecer. Todo dia é dia de estréia, no monólogo da vida. Neste palco azul celeste, já mostrou para que veio. Um dia inteiro de apresentação, mas de poucos chamou a atenção.
Em outro teatro com sua peça mais uma vez tentará...
. Sem seu público não vive e para ele é que existe...
Mas se essa mãe lhe abraça em meio aos prantos, é a hora de você ser forte para retribuir todos esses sentimentos a ela.Beijos de amor podem dizer muitas coisas entre o casal apaixonado, mas o abraço quando é sincero pode dizer muito mais. Não há beijo ou carinho que compense o pulsar de dois corações que se amam ritmados na mesma sintonia. Através do abraço ouvimos o coração do outro dizer suavemente o quanto esta pessoa nos ama e nos quer por perto. E ele fica ainda melhor se vem acompanhado de um cheiro no pescoço, bem ao pé do ouvido.
perder tempo escrevendo coisas nas minhas postagens do meu fotolog e receber comentários idiotas do tipo "olá nino, passei só pra dizer oi..." Se fosse só pra isso nem precisava passar, espera me encontrar na rua e diz um oi! Faço questão de ler cada post antes de comentar em uma foto e perco o maior tempão escrevendo pra ninguém dar a mínima para o que eu quero dizer...